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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Ruivos estão em extinção?

NÃO. O mito ganhou força em 2007, quando a revista National Geographic dos EUA comentou artigos científicos que previam o fim do cabelo vermelho até 2060. Entretanto, a própria publicação duvidava desse futuro trágico. Segundo estudos, o baixíssimo índice de ruivos pelo mundo (cerca de 2% da população) se deve a uma mutação do gene no norte europeu há milhares de anos. Com a mistura da globalização, o gene ficou ainda mais raro, mas não significa que vá sumir, podendo apenas ficar inativo por algumas gerações. Para ter um filho ruivo, é necessário que ambos os pais possuam uma das cinco variações do gene recessivo MC1R e as transmitam para o herdeiro. Caso só um dos pais apresente a variação, existe a possibilidade de nascer um bebê que, apesar de loiro ou moreno, seria portador do gene variante, podendo gerar um netinho ruivo se casado com outra portadora.

sábado, 22 de setembro de 2012

Por que os ruivos ainda não estão extintos?



Comparável à incerteza da origem de ruivos é o enigma da continuação do gene recessivo (gene ruivo). O cabelo ruivo e pele pálida parecem ser desvantajosos para a sobrevivência de uma espécie (cabelo vermelho faz com que o indivíduo seja de fácil localização por predadores e a vulnerabilidade de suas peles pálidas diante do sol). Contudo, os ruivos ainda estão aí, vivendo entre nós, lutando contra a extinção.
De acordo com Cort Cass, em seu livro “The Redhead Handbook”, a contínua existência dos ruivos foi uma das questões que "assombraram” Charles Darwin, pois ele não conseguiu enquadrar os ruivos em sua teoria da sobrevivência do mais apto. Sr. Cass propõe uma "Teoria de Seleção Sexual", que, em compensação a uma desvantagem de sobrevivência, possuem os ruivos uma vantagem na procriação. Ele compara os ruivos a pavões, cujas impraticáveis e chamarizes de predadores caudas pesadas parecem lhes fazer um alvo lógico para a extinção. No entanto, é o pavão com a maior, a mais pesada, a mais brilhante cauda que atrai mais as fêmeas e, portanto, tem uma procriação mais bem sucedida.
Susanna Duffy, editora de BellaOnline.com, acrescenta às explicações possíveis de sobrevivência dos ruivos, ponderando que: "Deve ter havido alguma vantagem em ter o cabelo vermelho e pele pálida. Uma razão para isso é que quanto mais clara é a pele, mais facilmente ela pode produzir a vitamina D, representando um bônus em áreas com pouco sol. Ou o gene responsável por esta característica, o receptor melanocortina-1 (MC1R), é devido apenas ao acaso? A natureza seria indiferente a cor do cabelo em lugares de pouco sol?". A suposição da Sra. Duffy pode ser chamada de "Teoria da Diversidade seletiva"
Outro aspecto da possível sobrevivência dos ruivos é proposto por Betty Sue Flowers, uma estudiosa da Universidade do Texas. Ela pondera que, uma pessoa que nunca tinha visto um ruivo e encontrou subitamente com um, provavelmente teria se encantado e incutido as características ruivas, como as de um deus ou uma deusa. Uma evidente vantagem evolutiva de ser percebida pelos potenciais parceiros, proporcionando às ruivas a oportunidade de "manter relações sexuais com centenas de parceiros". Também é possível que essa percepção de acasalamento esteja ligada à sensualidade/promiscuidade, estereótipo muitas vezes aplicado às mulheres ruivas.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Será mesmo que os cabeças vermelhas um dia vão desaparecer? acho que não ;)


Segundo a revista National Geographic menos de 2% da população mundial é ruiva natural, devido a uma mutação no norte da Europa milhares de anos atrás. A genética do cabelo ruivo é complexa já que um dos principais genes que determinam a cor do cabelo tem 40 variantes, mas só 6 dão lugar ao vermelho.
Por isso se os ruivos quiserem salvar a sua "espécie", deverão mudar-se para Escócia já que é estimado que 40% dos escoceses são portadores do gene "vermelho" e que 13% são ruivos naturais.
Segundo os estudiosos, os ruivos poderiam desaparecer da terra antes de 2060, ainda que outros afirmam que o gene pode permanecer inativo durante gerações para depois voltar a manifestar-se. 
Por culpa da globalização e principalmente da miscigenação este gene é cada vez mais raro, ainda que só necessite que um dos progenitores seja ruivo para poder transmitir esta característica, esta possibilidade aumenta exponencialmente quando ambos sejam ruivos. 
A matéria da revista ainda afirma que em princípio o gene "vermelho" tinha como efeito benéfico aumentar a capacidade do corpo humano de sintetizar a vitamina D mediante a luz solar. No entanto atualmente os ruivos são mais propensos ao câncer de pele e têm uma menor tolerância à dor.
(especulações...)