Mostrando postagens com marcador cuidados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cuidados. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Pigmento é responsável por câncer de pele em ruivos


Teste com cobaias concluiu que 'feomelanina' pode lesionar células. Doença na 1ª camada da pele pode surgir sem exposição intensa ao sol.

O pigmento responsável pela cor do cabelo em pessoas ruivas pode contribuir para a formação de melanoma, um tipo agressivo de câncer de pele, sugere um estudo publicado por cientistas americanos e alemães na revista "Nature".
A pele branca desses indivíduos já precisa naturalmente de maior proteção contra os raios ultravioleta (UV) do sol. Mas, em testes com camundongos ruivos, os autores – liderados por David Fisher, do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA – perceberam que animais muito claros e com sardas não precisam se expor à radiação para ter câncer.
Isso porque esses bichos têm uma dificuldade natural de produzir um pigmento de cor castanha ou preta chamado eumelanina, que ajuda a bloquear os efeitos prejudiciais da radiação e eventuais lesões ao DNA das células.
Por outro lado, as cobaias fabricavam outro tipo de pigmento, a feomelanina, de cor amarela ou vermelha. Como essa maior predisposição ao melanoma não foi vista em camundongos albinos, os pesquisadores atribuem a alta incidência de câncer de pele em animais ruivos à feomelanina, que causaria oxidação e danos às células.
Além do Hospital Geral de Massachusetts, participaram do estudo o centro de câncer e vacinas Instituto Wistar, na Filadélfia, e as universidades Yale, da Califórnia, de Kentucky e de Ulm, na Alemanha.
O melanoma é um tipo maligno de tumor que atinge a camada mais superficial da pele – a epiderme – e responde por 5% do total de casos de câncer de pele. Acomete as células chamadas melanócitos, que produzem a melanina, pigmento que dá cor à pele e se divide em eumelanina e  feomelanina.
O melanoma é uma doença considerada altamente perigosa, porque tem alto risco de sofrer metástase, ou seja, espalhar-se rapidamente para outros órgãos do corpo.

domingo, 22 de janeiro de 2012

4 dicas para manter a beleza ruiva ;)

Truques simples ajudam a cuidar da pele clarinha e sensível
Mais do que atenção ao cabelo, as ruivas naturais costumam ter a pele muito clara, com tendência a sardas. Por isso, devem cuidar bem da pele, já que a principal inimiga é a exposição indevida ao sol. Quem não gosta muito das marcas de sarda, por exemplo, deve abusar do protetor solar e evitar exposição solar direta, mas os cuidados não param por aí.
1) Sem filtro solar, não
A Dra. Renata Roxo, dermatologista da Clínica Dermagrupo no Rio de Janeiro indica o uso de produtos com um fator de proteção alto, para evitar que esse tipo de mancha apareça. “Deve se apostar em FPS 30, ou mais alto, já que esse tipo de pele raramente se bronzeia, mas queima com facilidade”, afirma.
2) Chapéu na cabeça
Como medida preventiva, o uso de chapéus também oferece segurança extra na hora da exposição solar. “Chapéus de abas largas são melhores que os bonés, pois protegem toda a cabeça e não só o rosto. Além disso, ajudam a prevenir o câncer de couro cabeludo, que atinge essa parcela da população com bastante frequência”, explica Dr. Luciano Barsanti, médico especialista em tricologia e diretor do Instituto do Cabelo de São Paulo. O médico ressalta que a cor clara dos cabelos, além da quantidade são fatores determinantes para o desenvolvimento de carcinomas e melanomas.
3) Pele seca requer hidratação
Outro problema que atinge grande parte desse público é o envelhecimento precoce. Para retardar os efeitos da idade em alguns anos, é preciso investir pesado em hidratação e produtos anti-idade. A pele das ruivas naturais costuma ser mais seca, e, portanto, mais propensa a rugas. O uso de hidratantes com efeito antioxidante associados à uréia, rosa mosqueta, por sua vez, ajuda a prevenir o surgimento de linhas de expressão.
4) Controle das sardas
Por fim, alguns tratamentos pouco invasivos, como peeling diamante ou amazônico são úteis no tratamento de quem já possui sardas e quer se livrar delas. Eles removem suavemente as células mortas e aceleram o processo regenerador da cútis, tornando a mais lisa e sem manchas. O uso de produtos contendo hidroquinona, ou cremes uniformizantes também pode amenizar sardas indesejadas.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Existem ruivos sem sardas?

Sim, claro! No post anterior postei sobre sardas e a Daniella Baroni me disse que todos desconfiavam da sua ruivisse, porque ela não tem sardas.
Como dito em posts anteriores, um efeito colateral da mutação nos cromossomos que formam o par 16 é o surgimento de sardas, que nada mais são do que manchas causadas pelo aumento de concentração de melanina em certas partes do corpo. As “pintinhas” são uma resposta da pele à agressão do sol. Ela se pigmenta para bloquear a penetração dos raios solares.
Assim, essas pintinhas podem se intensificar ou reduzir de acordo com a exposição ao sol que o ruivo mantém, por razão de as sardas serem uma proteção da pele (muito clara) contra os raios UVA.
Mas ruivos naturais que não possuem sardas (mas são propensos a ter) existem! Devido à cuidados excessivos com a pele e pouca exposição ao sol ao longo de sua vida. Logo, quanto mais cuidados, menos sardas.
O Kyle não possui nenhuma sarda
O episódio Ginger Kids da série South Park tocou no tema em tom de brincadeira, fazendo distinção entre os ruivos com sardas e os ruivos sem sardas. Os últimos seriam conhecidos como “Day-walkers”, numa alusão aos vampiros que andam de dia sem se queimar kkkkkk
Kyle sem chapéu - um legítimo Day-walker
Um exemplo de Day-Walker, além da Dani (rs), é o personagem Kyle Broflovski do South Park, que nunca tira o chapéu, mas que num dos poucos vacilos conseguimos perceber a sua ruivisse.
 O bom mesmo é se cuidar! Estejam sempre com um protetor solar fator 1.000.000 em mãos rsrs

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sardas - tudo sobre essas pintinhas (Larissa Drumond)

As sardas – também chamadas de efélides – são pequenas manchas amarronzadas em áreas expostas ao sol, sobretudo no rosto, nos ombros e nas mãos. O principal gerador dessas lesões são os raios UVA, responsáveis pelo aumento da formação de melanina e, consequentemente, pela pigmentação. 
Os ruivos têm sardas desde o nascimento devido à pele muito clara. O bronzeamento é, na verdade, uma forma de proteção contra a exposição solar intensa, fazendo com que a pele apresente uma coloração mais escura e homogênea. Como os ruivos não têm a capacidade de ficarem bronzeados, surgem essas manchinhas pontuais.
Juliana Mosca, 21 anos, que o diga! Ela tem os cabelos alaranjados e sardas desde que nasceu. “Elas sempre estiveram presentes na minha vida, mas quando tomo sol, aumentam muito. Não param nunca”, brinca. Suas pintinhas não eram muito bem-vindas, mas se acostumou quando viu que não havia saída. “Desde criança, eu odeio; hoje já me acostumei, mas gostaria de não tê-las. Eu tenho no rosto, nos joelhos, nos cotovelos e algumas nos ombros”.
"É preciso ter um cuidado maior até os três anos de vida, procurando a orientação de um dermatologista para indicar o protetor solar com o fator adequado e usando mecanismos de proteção, como camisa de manga comprida e chapéu. Os melhores horários para tomar sol é durante a manhã, bem cedo, e no fim do dia”, explica Andréia Mateus, coordenadora do departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Gabriella Moura, 20 anos, nasceu sem sardas, mas as adquiriu aos quatro anos, quando seus pais a levaram à praia e não passaram protetor solar. “Tenho no rosto e no colo, tanto que, quando saio ao sol, sempre passo filtro, senão aparecem ainda mais”, conta. Nos tempos do colégio, quando recebia apelidinhos, não era muito fã delas, mas aprendeu a aceitá-las e, melhor ainda, a adorá-las. “Por questões de estética, eu achava mais bonito ter um rosto limpo; mas, com o tempo, vi que precisava me aceitar do jeito que eu sou, afinal, elas fazem parte de mim. Hoje, eu acho bonito e reparei que muitas mulheres que admiro também têm sardas, como Gisele Bündchen e a atriz Julianne Moore”.
“Para prevenir as efélides, é essencial o uso de filtro solar com fator muito alto, de preferência acima de 30. Para removê-las, usamos clareadores locais, à base de ácido ou não, e laser – Luz Intensa Pulsada –, aparelho que emite luz e chamusca a mancha para fazer com que ela desapareça. Ela some, mas se a pessoa tomar sol, outras podem aparecer na mesma região”, esclarece a profissional.
As sardas estão livres de qualquer suspeita de câncer, mas as pintas – também chamadas de nevos – precisam ser avaliadas. “Se apresentarem duas cores diferentes, forem irregulares e mais altas, é necessário fazer um exame, chamado dermatoscopia, analisar se precisam ser retiradas ou não, para que não se transformem num melanoma [câncer de pele]”, afirma Dra. Andréia Mateus.
“Fico feliz quando as minhas sardas não aparecem nas fotos”, revela Juliana, que aproveita base, corretivo e pó compacto para esconder o que pode. Gabriella acha suas pintinhas um charme e confessa que elas atraíram seu namorado. “Eu não as escondo, elas estão no meu rosto para quem quiser ver. Como são marrons, umas mais escuras que as outras, passo pó apenas para deixá-las com um tom mais uniforme”, aconselha. 
Você tem sardas? Faz com que elas fiquem ainda mais charmosas ou prefere escondê-las? Comente!