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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Existem ruivos sem sardas?

Sim, claro! No post anterior postei sobre sardas e a Daniella Baroni me disse que todos desconfiavam da sua ruivisse, porque ela não tem sardas.
Como dito em posts anteriores, um efeito colateral da mutação nos cromossomos que formam o par 16 é o surgimento de sardas, que nada mais são do que manchas causadas pelo aumento de concentração de melanina em certas partes do corpo. As “pintinhas” são uma resposta da pele à agressão do sol. Ela se pigmenta para bloquear a penetração dos raios solares.
Assim, essas pintinhas podem se intensificar ou reduzir de acordo com a exposição ao sol que o ruivo mantém, por razão de as sardas serem uma proteção da pele (muito clara) contra os raios UVA.
Mas ruivos naturais que não possuem sardas (mas são propensos a ter) existem! Devido à cuidados excessivos com a pele e pouca exposição ao sol ao longo de sua vida. Logo, quanto mais cuidados, menos sardas.
O Kyle não possui nenhuma sarda
O episódio Ginger Kids da série South Park tocou no tema em tom de brincadeira, fazendo distinção entre os ruivos com sardas e os ruivos sem sardas. Os últimos seriam conhecidos como “Day-walkers”, numa alusão aos vampiros que andam de dia sem se queimar kkkkkk
Kyle sem chapéu - um legítimo Day-walker
Um exemplo de Day-Walker, além da Dani (rs), é o personagem Kyle Broflovski do South Park, que nunca tira o chapéu, mas que num dos poucos vacilos conseguimos perceber a sua ruivisse.
 O bom mesmo é se cuidar! Estejam sempre com um protetor solar fator 1.000.000 em mãos rsrs

domingo, 10 de abril de 2011

CONCURSO - Quem tem o mais lindo CABELO RUIVO?

Concurso de Cabelos Ruivos
Parabéns a todas as meninas que participaram
e um Parabéns especial à ganhadora, Susanne Roosch!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sardas - tudo sobre essas pintinhas (Larissa Drumond)

As sardas – também chamadas de efélides – são pequenas manchas amarronzadas em áreas expostas ao sol, sobretudo no rosto, nos ombros e nas mãos. O principal gerador dessas lesões são os raios UVA, responsáveis pelo aumento da formação de melanina e, consequentemente, pela pigmentação. 
Os ruivos têm sardas desde o nascimento devido à pele muito clara. O bronzeamento é, na verdade, uma forma de proteção contra a exposição solar intensa, fazendo com que a pele apresente uma coloração mais escura e homogênea. Como os ruivos não têm a capacidade de ficarem bronzeados, surgem essas manchinhas pontuais.
Juliana Mosca, 21 anos, que o diga! Ela tem os cabelos alaranjados e sardas desde que nasceu. “Elas sempre estiveram presentes na minha vida, mas quando tomo sol, aumentam muito. Não param nunca”, brinca. Suas pintinhas não eram muito bem-vindas, mas se acostumou quando viu que não havia saída. “Desde criança, eu odeio; hoje já me acostumei, mas gostaria de não tê-las. Eu tenho no rosto, nos joelhos, nos cotovelos e algumas nos ombros”.
"É preciso ter um cuidado maior até os três anos de vida, procurando a orientação de um dermatologista para indicar o protetor solar com o fator adequado e usando mecanismos de proteção, como camisa de manga comprida e chapéu. Os melhores horários para tomar sol é durante a manhã, bem cedo, e no fim do dia”, explica Andréia Mateus, coordenadora do departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Gabriella Moura, 20 anos, nasceu sem sardas, mas as adquiriu aos quatro anos, quando seus pais a levaram à praia e não passaram protetor solar. “Tenho no rosto e no colo, tanto que, quando saio ao sol, sempre passo filtro, senão aparecem ainda mais”, conta. Nos tempos do colégio, quando recebia apelidinhos, não era muito fã delas, mas aprendeu a aceitá-las e, melhor ainda, a adorá-las. “Por questões de estética, eu achava mais bonito ter um rosto limpo; mas, com o tempo, vi que precisava me aceitar do jeito que eu sou, afinal, elas fazem parte de mim. Hoje, eu acho bonito e reparei que muitas mulheres que admiro também têm sardas, como Gisele Bündchen e a atriz Julianne Moore”.
“Para prevenir as efélides, é essencial o uso de filtro solar com fator muito alto, de preferência acima de 30. Para removê-las, usamos clareadores locais, à base de ácido ou não, e laser – Luz Intensa Pulsada –, aparelho que emite luz e chamusca a mancha para fazer com que ela desapareça. Ela some, mas se a pessoa tomar sol, outras podem aparecer na mesma região”, esclarece a profissional.
As sardas estão livres de qualquer suspeita de câncer, mas as pintas – também chamadas de nevos – precisam ser avaliadas. “Se apresentarem duas cores diferentes, forem irregulares e mais altas, é necessário fazer um exame, chamado dermatoscopia, analisar se precisam ser retiradas ou não, para que não se transformem num melanoma [câncer de pele]”, afirma Dra. Andréia Mateus.
“Fico feliz quando as minhas sardas não aparecem nas fotos”, revela Juliana, que aproveita base, corretivo e pó compacto para esconder o que pode. Gabriella acha suas pintinhas um charme e confessa que elas atraíram seu namorado. “Eu não as escondo, elas estão no meu rosto para quem quiser ver. Como são marrons, umas mais escuras que as outras, passo pó apenas para deixá-las com um tom mais uniforme”, aconselha. 
Você tem sardas? Faz com que elas fiquem ainda mais charmosas ou prefere escondê-las? Comente!

segunda-feira, 28 de março de 2011

"Bárbara Ruiva" 8)

Excerto do conto "Bárbara Ruiva", um inédito da autoria de Rómulo de Carvalho, recentemente publicado pela Página a Página, onde o autor, o professor de Físico-Química que haveria de adoptar o pseudónimo de António Gedeão, narra o encontro com Bárbara:
"Ela tinha os cabelos ruivos, ondulados com suavidade, soltos e sedosos. As poeiras, intensamente iluminadas, bailavam-lhe em torno e ganhavam a dulcíssima tonalidade ruiva. Na concavidade das ondulações breves, o Sol escorria e parecia acomodar-se em nichos de luz mais discreta. Um halo vaporoso espiritualizava-lhe os contornos e fazia perceber suavíssima penugem que faiscava com tons metálicos de cobre.
Ela falava, de costas para mim, e, de vez em quando, movia a cabeça ao sabor da conversa. Cada movimento daquela cabeça sobrenatural enchia de confusão o mundo luminoso das poeiras. Os grãozinhos projectavam-se a distância, salpicavam a luz, revoluteavam em turbilhões doidos, atropelavam-se, chocavam-se e, pouco a pouco, procuravam o equilíbrio perdido, aquietavam-se, refluíam para os fios ruivos do cabelo.
(...) Decerto um feixe de cabelos lhe caiu sobre os olhos, pois vi, na faísca fulgurante de luz, uma pequena mão que se levantou à altura da testa e afastou a fiada ruiva. Foi tão grande o alvoroço de poeiras que as vi disparar, vertiginosamente, em linhas rectas, como saltam as partículas incandescentes duma fogueira que se espalha com os pés. Deve ser assim o deflagrar dos sóis que enxameiam o universo. Aquele, era um sol de cobre. A minha cara, quase na obscuridade, devia ter a tonalidade ruiva. Sentia-a nos olhos, nas faces, nas mãos e em tudo o que me rodeava. A cabeça dela cortava totalmente o feixe de luz que incidia naquele mar de fogo e se reflectia abertamente sobre mim, me aquecia e me narcotizava".

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ruivos Naturais do Orkut

A família de ruivos naturais cresce cada dia mais!  
Junte-se ao Movimento Vermelho õ/\õ

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Japonês Ruivo???

Partindo da premissa, discutida em post anterior, de que não existe japonês ruivo (os japoneses não carregam o gene ruivo), nas idas e vindas pela internet achei a foto desse japa aqui que me parece, no mínimo, suspeita...um japonês com cabelos ruivos e ainda por cima de barba...?? será? rsrs
O cara que fez essa montagem realmente é muito bom. viva o Photoshop!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

"Gingervitus"

Algumas pessoas afirmam que o vírus “gingervitus” é um parasita. Uma vez que entra no corpo se espalha rapidamente através da corrente sanguínea e provoca muitos efeitos diferentes no corpo, incluindo:
  • ·         Cabelos vermelhos
  • ·         Sardas
  • ·        Pele pálida
Às vezes as pessoas com esta condição têm reações adversas à luz ultravioleta, fazendo com que fiquem em casa durante o dia, só saindo durante a noite.
O Gingervitus pode ser contraído em qualquer fase ao longo da vida. No entanto, na maioria das pessoas os sintomas aparecem logo após o nascimento. Em alguns casos os sintomas só vão começar a se manisfestar mais tarde, geralmente na época da puberdade. 
Esta ‘condição’ foi explicada na série South Park, no episódio "Ginger Kids".
Bom gente, esse é só mais besteirol criado pela série South Park a doença na realidade não existe ;).  

Pra quem ainda não assistiu o episódio:
http://ruivosmania.blogspot.com/2010/01/south-park-ginger-kids.html

sábado, 16 de janeiro de 2010

Piada - Como nascem os ruivos?


Depois do bebê nascer, o pai, aflito, foi falar com o obstetra:
- Senhor doutor, estou muito preocupado porque a minha filha nasceu com cabelos ruivos. Não pode ser minha!
- Que disparate! - disse o médico
- Mesmo se tu e sua mulher, tiverem cabelo preto, podem ter cabelos ruivos nos genes da vossa família.
- Não é possível! - insistiu o pai
- Ambas as nossas famílias têm tido cabelos pretos há muitas gerações.
- Bem, - disse o médico - tenho de perguntar... Com que frequência vocês praticam sexo?O homem, envergonhado, respondeu:
- Este ano tenho andado cansado de trabalhar muito. Só fizemos amor uma ou duas vezes nos últimos meses.
- Então aí está! - disse o médico confiante
- É Ferrugem!

A força dos fios vermelhos (matéria)

Cabelo de fogo, grampola, tomate, pomarola, enferrujado... Esses são alguns dos apelidos que os ruivos escutam todo o tempo. Para entender melhor o mundo dessas pessoas de biotipo tão específico, o Zoeira foi em busca dos ruivos naturais de Fortaleza. E revela: todos eles têm orgulho da cor de seus cabelos

A publicitária Flávia Castro, 27 anos, não tem nenhum trauma por ser ruiva. Pelo contrário, ela demonstra adorar a cor de seus cabelos e suas sardinhas. Mesmo na época de colégio, quando nem sempre é fácil ser diferente dos amiguinhos, Flávia admite que adorava ser a única ruiva da turma. ´Sempre fui conhecida na escola como ´Flávia ruivinha´. Todas as professoras sabiam quem eu era. Será que por isso sempre fui chamada para as peças da escola?´, indaga.

Dessa época, ela só não gostava do excesso de cuidados ao ir à praia. ´Era um sofrimento. Tinha que passar protetor de hora em hora e usar uma blusa de manga comprida para ficar brincando no parque, além de uma outra para ficar na sombra quando saísse da água. Sem esquecer do boné! Essa falta de liberdade me incomodava bastante´, ressalta.

Hoje, a publicitária continua com alguns cuidados com a pele (já que o sol de Fortaleza não costuma dar trégua), mas sem tantos exageros. ´Atualmente eu costumo ir à praia na hora que me dá vontade, mas procuro ficar na sombra e passo protetor no corpo todo antes de sair de casa, para não correr o risco de faltar um lugarzinho sequer sem proteção´.

Curiosos

O tom de pele e de cabelo diferentes já fizeram Flávia passar por algumas situações, no mínimo, interessantes. Mesmo sendo cearense, ela é constantemente confundida com ´gringa´. ´Quando morei um tempo nos Estados Unidos passava fácil por norte-americana. Aqui, quando vou em algum lugar turístico, sempre falam comigo em inglês e me cobram mais caro por alguma coisa´, diverte-se.

Além disso, quando vai ao salão de beleza, costuma ouvir muitos comentários. ´Sempre duvidam que meu cabelo seja natural´. Flávia contou que, aos quatro anos, uma mulher a viu no salão e quis copiar a cor de seu cabelo. Com a cliente insatisfeita ao conferir o resultado, a cabeleireira explicou que os fios de Flávia eram naturais. A moça não concordou e esbravejou: ´é claro que não é natural, ninguém tem um cabelo dessa cor!´. Tem sim.

Na hora da produção, a ruiva disse costumar prestar atenção nas cores das roupas para valorizar o tom de pele e cabelos. ´Gosto muito de preto pois realça bem. Já o laranja não uso de jeito nenhum!´.

Quando o assunto é maquiagem, ela confessa não usar muitos produtos no dia-a-dia. ´Só quando vou sair à noite é que não pode faltar rímel preto, porque os cílios ruivos não possuem nenhum destaque´, explica.

Apelidos

Apesar de adorar ser chamada de ruiva e ruivita, Flávia não escapou dos outros apelidos. E esses são os que mais a irritam, tanto que ela até contou quais eram, mas enfatizou que não queria que os mesmos saíssem na matéria. ´Se eu deixar que esses nomes sejam divulgados, vai voltar toda essa tortura, né?!´ Então, é melhor deixar pra lá´, enfatiza.

Apelido, porém, não é problema para Dyego Brigido. Conhecido como ´Ferrugem´, foi até difícil descobrir entre os amigos qual era o nome verdadeiro dele. ´Desde os 16 anos o apelido se tornou mais conhecido do que meu nome real´, destaca. Hoje, com 21 anos, Ferrugem diz não saber ao certo quem primeiro o chamou assim, mas até o agradece, pois, diante dos apelidos dos amigos da época, o dele era ´tranqüilo´.

O ruivo, que sempre adorou ser diferente, disse que até se divertia com os outros nomes que ganhava no colégio. ´Os colegas tiravam sarro como podiam, claro´. O apelido mais estranho que ele disse ter recebido foi ´picolé de castanha´. ´Esse foi o mais infeliz´, enfatiza.
Elogios é o que Ferrugem mais costuma ouvir na rua. Mas, por conta da timidez, diz que essas situações costumam ser constrangedoras. ´Sempre acontece de alguma senhora dizer ´olha como ele é lindo´´, comenta, com graça.

Fora isso, muitas pessoas dizem a ele que sonhavam em ser ruivos de verdade. Apesar disso, Ferrugem afirma que o fato dele usar muitos piercings e ter várias tatuagens faz com que, atualmente, o seu cabelo não seja o que chama realmente mais atenção.

Provavelmente a maior vantagem em ser ruivo seja no sucesso com as garotas. O vermelho dos cabelos e as sardas espalhadas pelo corpo ajudam bastante na hora da conquista. ´Influi notavelmente. Posso dizer que praticamente metade das vezes em que me relacionei com alguma garota, ser ruivo teve alguma influência´, comenta Ferrugem.

Sucesso

Atualmente, o auxiliar de processamento de dados Geraldo Magela Maia Junior, 30 anos, mais conhecido entre os amigos como Junior, está de namoro firme, mas também destaca que os ruivos fazem sucesso com as mulheres.

Ele confessa que já recebeu muitas cantadas por conta da cor dos seus cabelos, uma, inclusive, tão insinuante, que ele não teve coragem de revelar. ´Prefiro me manter calado. O que ouvi foi extremamente insinuante´, revela.

É até engraçado a maneira como abordamos Junior para esta matéria. Sabíamos que, em um cartório localizado no bairro Aldeota, trabalhava um ruivo, mas não sabíamos nem o nome dele!

Como precisávamos de mais um personagem para o time de ruivos, ligamos para o estabelecimento, explicamos que precisávamos falar com o ruivo de lá e chegamos até ele. No começo um pouco tímido e até receoso de que fosse um trote, em seguida Junior se mostrou solícito a colaborar conosco. Afinal, o rapaz não tem problemas nenhum em ser ruivo. Pelo contrário! Possui muito orgulho.

Durante a entrevista, foi logo ressaltando que, desde criança, os apelidos são inevitáveis. Dentre eles, destaca ´cabelo de fogo´ e ´cavalo de fogo´, todos encarados com muito bom-humor.

Na época de escola, era o único ruivo da sala de aula e confessa que chamava bastante atenção. ´Sempre me destacava. Os professores acabavam olhando para mim mais do que para os outros e me pedindo para falar durante as aulas´, lembra.

Dentre as inúmeras situações curiosas, Junior destaca que, um dia, estava em um restaurante com sua família e o garçom começou a falar em inglês, pois pensou que todos eram estrangeiros.

Além de Junior, seu pai, Geraldo Magela e seus irmãos, Gelfábio da Silva Maia e Ana Raquel, também são ruivos de nascença. ´A minha irmã pintou o cabelo de loiro, mas não porque não gostasse do ruivo. Foi só mesmo por conta de vaidade. Sabe como é mulher, sempre querendo inovar´, frisa Junior.

O auxiliar de processamento de dados também confessa que imagina que , no futuro, pode vir a ter filhos ruivos. Para ele, isso será motivo de grande felicidade.

(Fonte: Zoeira - Diário do Nordeste de 15.06.2009)

Extinção? que nada! intriga da oposição :D


Em agosto de 2007, vários veículos de comunicação anunciaram que os ruivos eventualmente entrariam em extinção. Outros canais de notícias e blogs levaram a notícia para o próximo nível, citando a "Oxford Hair Foundation" (Fundação de Oxford para o Cabelo) ou "geneticistas" que alegavam que os ruivos teriam acabado já em 2060 [fonte: The Courier Mail]. Acontece, porém, que todas essas pessoas erraram: os ruivos chegaram para ficar e vão estar por aí muito depois de 2060.
A história de extinção dos ruivos já esteve na Internet antes, mais recentemente em 2005, com notícias novamente citando a Oxford Hair Foundation como fonte. Esses artigos trabalham com a prerrogativa errada de que os genes recessivos, como os que causam os cabelos vermelhos, podem "sumir". A verdade é que os genes recessivos podem se tornar raros, mas não desaparecer completamente, a menos que todos os portadores do gene morram ou não consigam se reproduzir. Então, cabelos vermelhos podem continuar sendo raros, mas há pessoas suficientes portadoras desse gene para que, exceto por uma catástrofe de proporções globais, os ruivos continuem a aparecer por um bom tempo ainda.
Alguns dos artigos que falavam sobre a extinção dos ruivos mencionavam a Oxford Hair Foundation como um instituto ou fundação de pesquisas independente, mas uma busca no Google mostra que a instituição é financiada pela Proctor & Gamble, fabricantes de inúmeros produtos de beleza, incluindo tinta para cabelos vermelha.
Já na mais recente onda de alertas da extinção dos ruivos, alguns órgãos de notícias erroneamente citaram a edição de setembro de 2007 da National Geographic como fonte das alegações. Outros, corretamente, citaram essa edição da revista em razão das estatísticas apresentadas em um pequeno artigo sobre ruivos. Na verdade, a história da National Geographic forneceu alguns dados sobre os cabelos vermelhos na população mundial, mas dizia apenas que "notícias" haviam alegado que os ruivos iriam entrar em extinção. O artigo em si, porém, não confirmava a afirmativa. Em vez disso, o artigo afirmou que, "embora possa diminuir o número de ruivos, o potencial dos cabelos vermelhos não vai sumir". Infelizmente, contudo, o estrago já foi feito e a idéia errada sobre a desaparição dos ruivos agora está muito difundida.
Especialistas entrevistados concordam que a alegada extinção dos ruivos é falsa. David Pearce, do University of Rochester Medical Center (Centro Médico da Universidade de Rochester), disse ao Rochester Democrat and Chronicle em 2005, após a última leva de notícias sobre a extinção dos ruivos, que os cientistas que afirmaram isso pela primeira vez precisam "conferir sua calculadora" [fonte: Seattle Times]. Rick Sturm, pesquisador da genética do cabelo e da pele na University of Queensland, disse à Australian Broadcasting Company que "não há uma falta de ruivos" e que a Oxford Hair Foundation não forneceu evidências científicas suficientes para provar suas descobertas [fonte: ABC Canberra].
Os cabelos vermelhos são causados por uma mutação no gene MC1R. Também é um traço recessivo, que precisa que ambos os pais passem a versão mutante do gene MC1R para produzir uma criança ruiva. Por ser recessiva, não é raro essa característica pular uma geração, aparecendo após ter pulado uma ou mais gerações se ambos os pais, independentemente de sua cor de cabelo, foram portadores do gene dos cabelos vermelhos.
E...não são só os ruivos que estão na corda bamba para extinção...Vocês sabiam que também existem teorias prevendo a extinção dos loiros daqui a aproximadamente 200 anos? Pois é, tá todo mundo lascado mesmo se formos depender desses estudos sem fundamento científico nenhum. ;)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Como os ruivos são conhecidos (em inglês) ;)

Abaixo listo alguns termos e palavras utilizadas pelos falantes da lígua inglesa para denominar os ruivos. Assim todos podem ter mais êxito em suas buscas pela internet sobre o tema. Espero que façam bom proveito :
  • Ranga
  • Redwood
  • Ginger
  • Gimp
  • Ging
  • FireCrotch
  • Goldy Locks
  • Trusty Rusty
  • Carrot Top
  • Ginny Baby
  • Copper Head
  • Pumpkin Pal
  • Annie
  • Pom
  • Bushfire
  • Garfeild
  • Reddy