O historiador romano Cornelius
Tacitus (56-118 A.D.) descreve algumas tribos isoladas, localizadas ao norte de
Roma como pessoas de "olhos ferozmente claros, cabelos vermelhos, ombros
largos e com pouca capacidade de trabalhar sob o sol", sendo que haviam
alguns albinos com eles. Eram chamados de "albinos puros".
Posteriormente, estes
seriam conquistados pelos romanos, que cultivavam o hábito de matar todos os
homens e violentarem as mulheres, engravidando-as desta forma. Todos que
nasciam dessas gestações eram considerados escravos e misturados com os demais.
Mas nem todos da tribo
foram capturados, muitos fugiram para o norte europeu e para a ilha onde temos
a Grã-Bretanha atualmente.
Como parte deste povo foi
"absorvido" pelos romanos, isso explica a existência de ruivos e o
"clareamento" do povo europeu em geral, que tinha a pele mais escura
do que associamos atualmente.
Podemos notar que os
ruivos oriundos do norte europeu tendem a ter a pele mais clara que os mais
próximos do mediterrâneo.
Posteriormente, já em
tempos modernos, foi localizada uma outra tribo isolada no norte da Índia com
uma enorme concentração de albinos e ruivos, o que leva a conclusão que a
mutação em si tem origem com o isolamento destes albinos.
"Resolvi
escrever para o Blog, pois gostaria de contar sobre o que passei na infância e
gostaria de tentar ajudar pessoas que talvez passem ou tenham passado pelos
mesmos problemas que eu tive de enfrentar quando criança.
Logo
no primeiro dia de aula fui tratado com hostilidade por conta da cor dos meus
cabelos, piadinhas e apelidos eram frequentes. Logo, comecei a me sentir
diferente e excluído do grupo, e isso só piorou quando mais tarde além das
piadinhas sobre os cabelos começaram as agressões físicas.
Alguns
anos depois, ao entrar para o sexto ano (antiga quinta série) comecei a sofrer
preconceito, não só pelo ruivo dos meus cabelos, mas também pela minha
homossexualidade e pelas manias devido ao TOC. As agressões se tornaram mais
frequentes e a vida escolar um inferno, passei a “matar” aulas pra fugir das
agressões que eram diárias.
Um
dia, quando “matava” aula, fui abusado sexualmente, daí pra frente às coisas só
pioraram. Não comentei com ninguém sobre nada, passei por quadros de síndrome
do pânico, tinha medo e por fim tentei suicídio.
Hoje
em dia escolhi como profissão ser professor, para tentar ajudar e proteger meus
alunos. Faço trabalho voluntário na pastoral da criança. Tomei como meta de vida
ajudar pessoas que assim como eu tenha passado ou passem por este mesmo tipo de
violência.
Hoje
em dia não tenho uma vida afetiva satisfatória, tenho problemas com síndrome do
pânico, varias vezes durante a infância cheguei a pintar os cabelos para fugir
das piadinhas e agressões que diariamente era submetido. Hoje tenho 26 anos e
ainda não consegui me livrar dos traumas de infância.
Se
você ruivo/ruiva que se identifica com minha história, grite por socorro, não
tenha medo! Confie em seus pais e professores, a culpa não é tua, pois você só
é mais uma vítima de uma violência invisível que é mais comum do que se
imagina".
Lilith é referida na Cabala
como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma passagem (Patai81:455f) ela é acusada
de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. Normalmente
Lilith é representada com os cabelos ruivos.
No primeiro capítulo do Gênesis
versículo 27 está escrito que: "Deus
criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a
mulher.", porém, no segundo capítulo versículo 18: '"O Senhor Deus disse: “Não é bom que o
homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada." e é
apenas no versículo 22 do segundo capítulo que Eva
é criada: "E da costela que tinha
tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem.".
É possível que no primeiro capítulo a mulher criada seja Lilith.
Lilith pode ter sido retirada da
Bíblia durante o Concílio
de Trento, a
interesse da Igreja Católica, para reforçar o papel das mulheres como devendo
ser submissas, e não iguais, ao homem. Porém muitas pinturas e esculturas a
retratam como a serpente que tentou Eva a comer o pomo do conhecimento.
No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira mulher
criada por Deus junto com Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa sobre
igualdade dos sexos, passando depois a ser descrita como um demônio.
De acordo a interpretação da criação
humana no Gênesis feita no Alfabeto de Ben-Sira, entre 600 e 1000 d.C, Lilith foi
criada por Deus com a mesma matéria prima de Adão, porém ela recusava-se
a "ficar sempre por baixo durante as suas relações sexuais". Na
modernidade, isso levou a popularização da noção de que Lilith foi a primeira
mulher a rebelar-se contra o sistema patriarcal e a primeira feminista.
Segundo
este manuscrito milenar, Ben Sira conta a história de Lilith para Nabucodonosor:
Depois que Deus criou Adão, que estava sozinho, Ele disse: 'Não é bom
que o homem esteja só "(Gênesis 2:18).
Ele então criou a mulher para Adão, da terra, como Ele havia criado o
próprio Adão, e chamou-a de Lilith. Adão e Lilith imediatamente começaram a
brigar. Lilith disse: "Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo
abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti?". Contudo, eu também
fui feita de pó e por isso sou tua igual". Quando reclamou de sua condição a Deus, ele retrucou: "Eu
não vou me deitar abaixo de você, apenas por cima, pois você está apta apenas para
estar na posição inferior, enquanto eu sou um ser superior".
Lilith respondeu: "Nós somos iguais um ao outro, considerando que ambos
fomos criados a partir da terra". Mas eles não deram ouvidos um ao outro.
Quando Lilith percebeu isso, ela pronunciou o Nome Inefável e voou para o ar. Adão
permaneceu em oração diante do seu Criador: "Soberano do universo! A
mulher que você me deu fugiu!". Ao mesmo tempo, o Senhor, bendito seja
Ele, enviou três anjos para trazê-la de volta.
Há certas particularidades interessantes
nos ataques de Lilith, como o aperto esmagador sobre o peito, uma vingança por
ter sido obrigada a ficar por baixo de Adão, e sua habilidade de cortar o pênis
com sua vagina segundo os relatos católicos medievais. Ao mesmo tempo que ela
representa a liberdade sexual feminina, também representa a castração
masculina.
Percebe-se que as ruivas tem gênio forte
desde o início de tudo...o Adão que o diga kkk :O
No Reino Unido, cabelo vermelho é geralmente associado com pessoas de
ascendência Celta, isto é, Escócia e Irlanda. Acredita-se
que o povo da Escocês descende de 5 diferentes grupos étnicos que ocuparam ou
invadiram o norte da Grã-Bretanha na idade das trevas. Em
todo a história registrada, ruivos nunca foram mencionados como um grupo,
exceto pelos romanos.
Os “Pictos”, inimigos com quem os romanos lutaram, foram descritos como
tendo cabelos vermelhos e "grandes membros" pelo historiador romano
Tácito. Já
os historiadores modernos, com a ajuda de antropólogos, consideram o cabelo
vermelho como a única característica dos Pictos.
Quanto à distribuição mundial dos indivíduos
de cabelos vermelhos, seria plausível afirmar que a maioria pode ter origem na
região Norte da Europa Ocidental, embora, como em todas as variações genéticas
de seres humanos, as mutações nos genes podem ocorrer e serem
mantidas em qualquer população, desde que não haja efeito negativo para o
crescimento populacional.
Quanto às razões para o vermelho cabelo, não é fácil de perceber qualquer
vantagem seletiva imediata em termos de evolução. Veremos,
então, algumas informações sobre a genética por trás do cabelo vermelho, que
poderá nos ajudar a entender o porquê não há tanta vantagem evolutiva por ser
ruivo:
A variação da pigmentação tanto da pele quanto do cabelo é definida pela quantidade
de eumelanina (melaninas marrom/preta) e feomelanina (melaninas vermelho/amarelo)
produzidas pelos melanócitos.
O melanocortina-1 receptor (MC1R) é um regulador da produção de eumelanina
e feomelanina nos melanócitos e mutações
nesse gene são conhecidas por causar alterações na cor da pelagem em muitos
mamíferos. Estudos
sobre populações irlandesa e holandesa demonstram uma significativa associação nas
variações no gene MC1R e os cabelos vermelhos.
Além disso, as chamadas mutações 'de perda de função' no gene MC1R humano
são conhecidas por serem comuns e, recentemente, por ter comprovada sua associação
com os cabelos ruivos. Ainda, pesquisas recentes mostraram que algumas
variantes no gene MC1R podem ser preferencialmente associadas com a cor do
cabelo, em vez dotipo
de pele (isso explica porque ruivos não precisam ser necessariamente bem branquinhos).
Assim, por razão da função primária dos tipos de melanina ser de “fotoproteção”
e de ”fotossensibilizante” (eumelanina e feomelanina respectivamente), dá para
se sugerir que a maioria das mutações no gene MC1r (ruivos) representam um fator
de risco, possivelmente independente do tipo da pele, por representar uma maior
suscetibilidade ao melanoma.
Então por que as mutações ocorreram? Talvez
porque não houve seleção contra tais mutações, por terem ocorrido naquela
região do mundo (norte europeu). Quaisquer mutações no gene MC1R não tiveram
tanta relevância, considerando as baixas temperaturas e pouca insidência da luz
solar na região, não causando danos, apesar da diminuta proteção da melatonina.
Isso pressupõe que as mutações do MC1R, se ocorressem em regiões de clima
quente, o que é bastante improvável, resultariam em altas taxas de mortalidade
de indivíduos ruivos antes que estes alcançassem a idade da paternidade. Fora
isso, não tem como se pensar em nenhuma outra razão para sugerir o porquê de os
cabelos vermelhos terem se originado no norte da Europa a não ser por conta
do acaso.
O típico brutamontes que a ciência sempre associou ao homem das cavernas é provável que nunca tenha existido. Explica-se: uma análise de DNA acaba de revelar que o homem de Neandertal (homo neanderthalensis) tem em comum com os seres humanos atuais o gene FOXP2, que é um dos principais responsáveis pela fala – ou seja, esse homem tão primitivo falava, e não apenas emitia urros e grunhidos como se supôs até hoje. Mais: uma minuciosa análise extraída de fósseis de neandertais indicou que eles possuíam a pele clara. Mais ainda: o gene MC1R encontrado é responsável pela produção de cabelos ruivos. Quanta contradição. Esses nossos ancestrais estavam mais para europeus do que para ogros de cavernas. Tudo isso é o que revela um artigo da revista Science, segundo o qual uma equipe de pesquisadores da Universidade de Barcelona revelou ter extraído DNA de ossos de dois neandertais e, assim, resgatou o chamado MC1R – gene que ao sofrer mutação produz cabelos ruivos no homem moderno. “Não sabíamos a cor do cabelo do homem das cavernas. O gene MC1R nos dá agora uma resposta”, diz a chefe da pesquisa, Carles Lalueza-Fox.
Um dos grandes desafios da ciência sempre foi o de descrever a aparência desse nosso antepassado. Isso porque os fósseis apenas revelam a idade e, em alguns casos, a forma como esses seres viveram. No caso do neandertal, sabe-se que ele pisou o planeta há cerca de 300 mil anos no oeste da Ásia e parte da Europa, mas nunca foi possível retratar a sua real aparência. Numa reconstituição exibida no Museu de Neandertal em Mettmann, na Alemanha, cientistas mostraram com a ajuda de modernos gráficos computadorizados uma imagem que passa longe da realidade: um homem de pele morena e cabelos negros. “A genética nos corrigiu. Eles eram ruivos e tinham a pele clara”, diz Carles. A segunda surpresa que os ossos milenares revelaram, também na semana passada, é igualmente importante. “Eles podem ter tido linguagem como nós”, diz Johannes Krause, bioquímico do Instituto Max Planck. Nem urros nem grunhidos, o homem de Neandertal falava como o homem moderno. Krause e sua equipe analisaram o DNA de fósseis e descobriram duas mudanças essenciais no gene FOXP2, o que levanta a possibilidade de que a espécie tivesse alguns dos pré-requisitos para a linguagem. Segundo o bioquímico, esse gene produz uma proteína que “liga” e “desliga” outros genes e, por isso, pessoas que possuem uma cópia defeituosa dele apresentam problemas de fala e linguagem.“A teoria dos urros e grunhidos caiu por terra. Eles conseguiam falar”, diz Krause.
Ruivos e tagarelas, os neandertais eram fisicamente mais robustos do que o ser humano atual. Mediam em média 1,65m de altura, eram musculosos e seus cérebros possuíam 10% a mais em volume do que o cérebro dos humanos modernos. Vestígios milenares provaram aos antropólogos que esses primos distantes usavam peles de animais para se aquecer e cuidavam uns dos outros. Os pesquisadores trabalham também com a hipótese de que eles se organizavam socialmente e enterravam seus mortos – o que possibilita encontrar muitos de seus fósseis completos. Assim, qualquer semelhança entre nós e o homem da caverna, garante a ciência, não é mera coincidência. É genética.
Assim como na Língua hebraica Adam (Adão, em nossa língua) significa vermelho ou feito do barro vermelho, em outras línguas antigas Adapa, Adamu, Adama, etc., significam igualmente vermelho ou feito do barro vermelho. Portanto, quem chamou o primeiro ser inteligente nativo da terra de Adão (Adam) o chamou de vermelho ou de feito do barro vermelho, pois esta era a cor que ele tinha; cor de argila, terracota, como eram os fenícios quando os gregos os conheceram, por isto eles os chamaram de fenícios, que quer dizer púrpura, que é vermelho.
Logo, se Adam soa como a palavra que em hebraico se diz humano e homem, Adam (Adão) é a palavra para humano e homem na língua original. Sendo assim, Adam (Adão) significa vermelho, que significa humano, que significa homem. Charmar o primeiro ser humano de Adão (Adam), é mesmo que chamar de vermelho, de humano, de homem, visto que as três palavras são a mesma coisa na língua original.
Com vistas nisso, concluímos que vermelho (Adam – Adão) é a palavra para o gênero (ou espécie) humano, sendo, homem e humano a denominação genérica do ser racional nativo do planeta terra, havendo, então, homem masculino e homem feminino ou humano masculino e humano feminino.
Na língua original diríamos adam masculino e adam feminino. Em nossa língua diríamos adão masculino e adão feminino. E se traduzíssemos diríamos vermelho e vermelha, ou vermelho masculino e vermelho feminino. Em inglês seria male red e female red, em vez de man e woman.
Ao contrário do que pensamos, mulher não é o feminino de homem. Na denominação original, mulher não se refere a um gênero equivalente a homem. Trata-se sim essa palavra de uma denominação funcional. Ou seja: mulher refere-se a uma função específica da homem fêmea. Ao contrário disto, a palavra homem não se refere a uma função, mas a uma espécie.
Sendo assim, ao chamar a homem feminino de Eva (Hava), que é a palavra original para mulher, quem o fez (Deus, o Criador) não pretendia distingui-la como a fêmea da família homem. Mas sim dizer que por ser ela a fêmea da família homem seria então a forma (a matriz), pois, se traduzida da língua primitiva, a palavra Eva equivale a forma, que é a mesma palavra para mãe, matter, matriz, por ter a função de dar forma e prover a formação.
Portanto, para produzirem-se seres humanos perfeitos, eles têm que ser gerados, gestados e criados (sendo isto tudo formação) por pai e mãe, respectivamente masculino e feminino. Por isto a Bíblia diz que “homem e mulher (barro vermelho e forma) Deus os formou, macho e fêmea os formou”.
Dizem que a Lilith (a primeira mulher [antes da Eva], depois retratada como a cobra nas pinturas) também era ruiva, mas essa é outra história. ;)
Excerto do conto "Bárbara Ruiva", um inédito da autoria de Rómulo de Carvalho, recentemente publicado pela Página a Página, onde o autor, o professor de Físico-Química que haveria de adoptar o pseudónimo de António Gedeão, narra o encontro com Bárbara:
"Ela tinha os cabelos ruivos, ondulados com suavidade, soltos e sedosos. As poeiras, intensamente iluminadas, bailavam-lhe em torno e ganhavam a dulcíssima tonalidade ruiva. Na concavidade das ondulações breves, o Sol escorria e parecia acomodar-se em nichos de luz mais discreta. Um halo vaporoso espiritualizava-lhe os contornos e fazia perceber suavíssima penugem que faiscava com tons metálicos de cobre.
Ela falava, de costas para mim, e, de vez em quando, movia a cabeça ao sabor da conversa. Cada movimento daquela cabeça sobrenatural enchia de confusão o mundo luminoso das poeiras. Os grãozinhos projectavam-se a distância, salpicavam a luz, revoluteavam em turbilhões doidos, atropelavam-se, chocavam-se e, pouco a pouco, procuravam o equilíbrio perdido, aquietavam-se, refluíam para os fios ruivos do cabelo.
(...) Decerto um feixe de cabelos lhe caiu sobre os olhos, pois vi, na faísca fulgurante de luz, uma pequena mão que se levantou à altura da testa e afastou a fiada ruiva. Foi tão grande o alvoroço de poeiras que as vi disparar, vertiginosamente, em linhas rectas, como saltam as partículas incandescentes duma fogueira que se espalha com os pés. Deve ser assim o deflagrar dos sóis que enxameiam o universo. Aquele, era um sol de cobre. A minha cara, quase na obscuridade, devia ter a tonalidade ruiva. Sentia-a nos olhos, nas faces, nas mãos e em tudo o que me rodeava. A cabeça dela cortava totalmente o feixe de luz que incidia naquele mar de fogo e se reflectia abertamente sobre mim, me aquecia e me narcotizava".
Obviamente, nós nunca saberemos se Judas Iscariotes, o famoso apóstolo da Bíblia que traiu Jesus Cristo por 30 moedas de prata, foi realmente ruivo ou não, mas ele é frequentemente retratado em pinturas medievais como tendo os cabelos e barba vermelhos flamejantes. A expressão "cor de Judas" foi usado para se referir ao cabelo vermelho, e não menos do que um personagem de William Shakespeare fez referência a ele em “As You Like It” ("Seu cabelo é da cor da dissimulação, algo mais marrom do que o de Judas").
Como uma grande ironia do destino, acredita-se que a figura de Judas foi pintada pelos artistas da época como tendo os cabelos vermelhos em função da necessidade de fazer com que o traidor se destacasse dos demais Apóstolos nas pinturas, tendo este fato contribuído para séculos de discriminação e atitudes negativas em relação aos ruivos.
Nunca fui ligado em ruivos. Apesar de um dos meus melhores amigos na escola ter "cabelos de fogo", nunca me interessei por essa cor de cabelo. Até eu conhecer a minha ruiva, ARIANNE LAISE. Depois dela as coisas mudaram. Passei a admirar o ruivo, perceber o preconceito enfrentado e a falta de informação sobre essa "espécie" rara. Decidi criar o Ruivosmania como presente para a minha ruiva e pra todos os ruivos do mundo que procuram saber de onde vieram e pra onde vão rsrs Sintam-se em casa! ;D