Mostrando postagens com marcador extinción. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador extinción. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de setembro de 2012

Por que os ruivos ainda não estão extintos?



Comparável à incerteza da origem de ruivos é o enigma da continuação do gene recessivo (gene ruivo). O cabelo ruivo e pele pálida parecem ser desvantajosos para a sobrevivência de uma espécie (cabelo vermelho faz com que o indivíduo seja de fácil localização por predadores e a vulnerabilidade de suas peles pálidas diante do sol). Contudo, os ruivos ainda estão aí, vivendo entre nós, lutando contra a extinção.
De acordo com Cort Cass, em seu livro “The Redhead Handbook”, a contínua existência dos ruivos foi uma das questões que "assombraram” Charles Darwin, pois ele não conseguiu enquadrar os ruivos em sua teoria da sobrevivência do mais apto. Sr. Cass propõe uma "Teoria de Seleção Sexual", que, em compensação a uma desvantagem de sobrevivência, possuem os ruivos uma vantagem na procriação. Ele compara os ruivos a pavões, cujas impraticáveis e chamarizes de predadores caudas pesadas parecem lhes fazer um alvo lógico para a extinção. No entanto, é o pavão com a maior, a mais pesada, a mais brilhante cauda que atrai mais as fêmeas e, portanto, tem uma procriação mais bem sucedida.
Susanna Duffy, editora de BellaOnline.com, acrescenta às explicações possíveis de sobrevivência dos ruivos, ponderando que: "Deve ter havido alguma vantagem em ter o cabelo vermelho e pele pálida. Uma razão para isso é que quanto mais clara é a pele, mais facilmente ela pode produzir a vitamina D, representando um bônus em áreas com pouco sol. Ou o gene responsável por esta característica, o receptor melanocortina-1 (MC1R), é devido apenas ao acaso? A natureza seria indiferente a cor do cabelo em lugares de pouco sol?". A suposição da Sra. Duffy pode ser chamada de "Teoria da Diversidade seletiva"
Outro aspecto da possível sobrevivência dos ruivos é proposto por Betty Sue Flowers, uma estudiosa da Universidade do Texas. Ela pondera que, uma pessoa que nunca tinha visto um ruivo e encontrou subitamente com um, provavelmente teria se encantado e incutido as características ruivas, como as de um deus ou uma deusa. Uma evidente vantagem evolutiva de ser percebida pelos potenciais parceiros, proporcionando às ruivas a oportunidade de "manter relações sexuais com centenas de parceiros". Também é possível que essa percepção de acasalamento esteja ligada à sensualidade/promiscuidade, estereótipo muitas vezes aplicado às mulheres ruivas.

sábado, 16 de outubro de 2010

(extinção dos ruivos) Polvo Paul , quem vai ser extinto primeiro?



iiii agora lascou-se tudo :O

sábado, 16 de janeiro de 2010

Extinção? que nada! intriga da oposição :D


Em agosto de 2007, vários veículos de comunicação anunciaram que os ruivos eventualmente entrariam em extinção. Outros canais de notícias e blogs levaram a notícia para o próximo nível, citando a "Oxford Hair Foundation" (Fundação de Oxford para o Cabelo) ou "geneticistas" que alegavam que os ruivos teriam acabado já em 2060 [fonte: The Courier Mail]. Acontece, porém, que todas essas pessoas erraram: os ruivos chegaram para ficar e vão estar por aí muito depois de 2060.
A história de extinção dos ruivos já esteve na Internet antes, mais recentemente em 2005, com notícias novamente citando a Oxford Hair Foundation como fonte. Esses artigos trabalham com a prerrogativa errada de que os genes recessivos, como os que causam os cabelos vermelhos, podem "sumir". A verdade é que os genes recessivos podem se tornar raros, mas não desaparecer completamente, a menos que todos os portadores do gene morram ou não consigam se reproduzir. Então, cabelos vermelhos podem continuar sendo raros, mas há pessoas suficientes portadoras desse gene para que, exceto por uma catástrofe de proporções globais, os ruivos continuem a aparecer por um bom tempo ainda.
Alguns dos artigos que falavam sobre a extinção dos ruivos mencionavam a Oxford Hair Foundation como um instituto ou fundação de pesquisas independente, mas uma busca no Google mostra que a instituição é financiada pela Proctor & Gamble, fabricantes de inúmeros produtos de beleza, incluindo tinta para cabelos vermelha.
Já na mais recente onda de alertas da extinção dos ruivos, alguns órgãos de notícias erroneamente citaram a edição de setembro de 2007 da National Geographic como fonte das alegações. Outros, corretamente, citaram essa edição da revista em razão das estatísticas apresentadas em um pequeno artigo sobre ruivos. Na verdade, a história da National Geographic forneceu alguns dados sobre os cabelos vermelhos na população mundial, mas dizia apenas que "notícias" haviam alegado que os ruivos iriam entrar em extinção. O artigo em si, porém, não confirmava a afirmativa. Em vez disso, o artigo afirmou que, "embora possa diminuir o número de ruivos, o potencial dos cabelos vermelhos não vai sumir". Infelizmente, contudo, o estrago já foi feito e a idéia errada sobre a desaparição dos ruivos agora está muito difundida.
Especialistas entrevistados concordam que a alegada extinção dos ruivos é falsa. David Pearce, do University of Rochester Medical Center (Centro Médico da Universidade de Rochester), disse ao Rochester Democrat and Chronicle em 2005, após a última leva de notícias sobre a extinção dos ruivos, que os cientistas que afirmaram isso pela primeira vez precisam "conferir sua calculadora" [fonte: Seattle Times]. Rick Sturm, pesquisador da genética do cabelo e da pele na University of Queensland, disse à Australian Broadcasting Company que "não há uma falta de ruivos" e que a Oxford Hair Foundation não forneceu evidências científicas suficientes para provar suas descobertas [fonte: ABC Canberra].
Os cabelos vermelhos são causados por uma mutação no gene MC1R. Também é um traço recessivo, que precisa que ambos os pais passem a versão mutante do gene MC1R para produzir uma criança ruiva. Por ser recessiva, não é raro essa característica pular uma geração, aparecendo após ter pulado uma ou mais gerações se ambos os pais, independentemente de sua cor de cabelo, foram portadores do gene dos cabelos vermelhos.
E...não são só os ruivos que estão na corda bamba para extinção...Vocês sabiam que também existem teorias prevendo a extinção dos loiros daqui a aproximadamente 200 anos? Pois é, tá todo mundo lascado mesmo se formos depender desses estudos sem fundamento científico nenhum. ;)