INDICAÇÃO
- Para clarear os cabelos e aumentar os reflexos (realça a cor ruiva).
Observação: A cepalina que pode ser encontrada nas cascas de cebola é um pigmento dourado que adere à cutícula do cabelo e lhe fornece uma ação clareadora. [jornal "Folha de São Paulo", 3 de novembro de 2009]. INGREDIENTES
- 6 cascas de cebola;
- 1 litro de água. PREPARAÇÃO
- Ferva as 6 cascas de cebola em um litro de água, por 15 minutos;
- Filtre;
- Deixe esfriar. POSOLOGIA
- Após lavar os cabelos com xampú, aplique o chá sobre os cabelos e deixe agir por um instante. Em seguida, espremer os cabelos e secar com a toalha (ATENÇÃO: o chá mancha a toalha).
- Se preferir, seque os seus cabelos ao sol para aumentar ainda mais o efeito clareador.
Quando o seu filho ruivo começar a perguntar por que a cor do cabelo dele é diferente da dos coleguinhas de escola, e não tiver idade suficiente pra entender cientificamente o porquê dos seus cabelos serem vermelhos, conte para ele que: 1) Papai do céu usa várias tintas no céu pra colorir a cor dos cabelos de cada um, no dele Ele usou a tinta vermelha. 2) Cada sardinha representa um beijo de um anjo. 3) Mostre outras pessoas ruivas na família, se houver. Mesmo assim ele não entenderá! Não importa o que você diga, ele ainda vai continuar a se sentir o “diferente” na escola, e, em muitos casos até dentro de casa mesmo. Ele não vai conseguir entender e se aceitar, até perceber que o seu cabelo é bonito justamente por ser diferente. Então, você pode também adotar outras medidas mitigadoras de emergência: :P 1) Se você não for ruiva natural, nem o seu marido, pinte o seu cabelo de vermelho. Isto ajudará a criança a não se sentir tão diferente assim. 2) Leia e conte pra ele curiosidades legais sobre os ruivos. 3) Presenteie também com bonecos (as) ruivos, pra que a criança perceba que há diferentes cabelos mesmo entre os brinquedos e se sinta menos excluído. 4) Existem inúmeros desenhos animados com personagens ruivos, use-os como exemplos para ressaltar os pontos positivos de ser ruivo. Principalmente as crianças ruivas sentem-se muito rejeitadas, por serem diferente das demais. Querem ser igual aos outros, pra fugirem dos apelidos e se sentirem mais integradas ao meio. Ajude seu filho a ter orgulho da linda cor dos seus cabelos ruivos. :) Quem tiver alguma outra sugestão e ideia de como lidar com tal situação, fique à vontade pra comentar.
Você já se queimou alguma vez em um dia nublado, por não saber realmente a força dos raios UV no local? Isto é comum entre os ruivos e outras pessoas que possuem a pele muito clara, enganados pela temperatura, pelo vento forte, ou mesmo por alguma nuvem que esteja cobrindo o sol.
Se você tem problemas com o sol e quer sempre ter sobre controle a intensidade dos raios UV a que você está submetido, você precisa de um chaveirinho desses!
É só posicionar o chaveiro para o sol, que em alguns segundos você saberá a intensidade dos raios UV no local que você está. A parte central do chaveiro irá mudar de cor conforme a intensidade dos raios. Assim, quanto mais forte os raios, mais escura será a cor mostrada.
Matérias escrita para a Revista Piauí, pela jornalista Marcela Donini, a respeito do 2º Encontro de Ruivos de Porto Alegre/RS.
Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima
Duas senhoras morenas flanavam nas imediações da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, numa tarde ensolarada de sábado, quando se depararam com a cena inusitada: um grupo de ruivos sob a sombra de uma árvore. Se já não é usual encontrar um único ruivo pelas ruas da cidade, mais de vinte deles juntos é uma raridade. Intrigadas, perguntaram com ironia se aquilo era alguma manifestação de classe. Obtiveram como resposta que, sim, estava em curso naquele lugar o 2º Encontro de Ruivos da capital gaúcha.
Razões para a reunião não faltavam. Argentino radicado há mais de trinta anos em Porto Alegre, o engenheiro elétrico Eduardo Eifer tomou a palavra: “Queremos vagas para carros mais próximas às entradas dos shoppings!” Demanda justa para quem corre mais riscos de desenvolver câncer de pele devido à baixa produção de melanina. “É sério”, ele precisou acrescentar. “Temos que evitar a exposição ao sol. Na Austrália, parece que existe essa lei”, disse, com um sorriso mal disfarçado entre o bigode laranja e a barba branca.
O encontro de Porto Alegre podia chamar a atenção dos incautos, mas não era exatamente uma novidade. Desde 2005, a cidade de Breda, na Holanda, reúne milhares de ruivos todos os anos, no primeiro fim de semana de setembro, batizado de Roodharigendag (Dia dos Ruivos).
Mesmo no Brasil uma peça de teatro chamada Os Ruivos estreou em 2008, no Rio de Janeiro, com a expectativa de que teria vida curta. Não foi o que ocorreu. Depois de percorrer várias cidades do país, a dramatização bem-humorada dos constrangimentos de que os ruivos são alvos, principalmente quando crianças, chegou à sua apresentação de número 200 no Teatro Amazonas, em Manaus, em novembro passado.
Os ruivos de Porto Alegre não estavam, pois, sozinhos. Faziam parte de uma pequena legião, cada vez mais organizada. Alguns se divertiam com o livro Redheads, do fotógrafo Uwe Dietz, uma coletânea de retratos repletos de peles branquinhas, olhos claros, rostos sardentos e cabeleiras que variam entre alaranjadas e avermelhadas. Havia certa excitação dos participantes diante da obra exibida por Eduardo Eifer: “Vejo tão poucos ruivos, fico encantada quando há tantos juntos assim”, explicou a estudante Paula Berté, usando brincos de pena rosa, bem chamativos, que combinavam com a cor do seu cabelo.
Os ruivos são, de fato, uma minoria – estima-se que menos de 2% da população mundial possua no cromossomo 16 uma versão recessiva do gene que produz o receptor de melanocortina 1. Conhecido pela sigla mc1r, esse receptor é um dos principais responsáveis pela pigmentação da pele e dos cabelos.
Num mundo dominado por opressivas cabeleiras pretas, castanhas e loiras, em quase todo lugar não há infância tranquila para quem nasce com o cabelo cor de fogo. Tocha humana, água de salsicha, cabeça de fósforo, crush, lagosta, ferrugem, fofão, foguinho – eis alguns apelidos de que costumam ser vítimas quando crianças. “Na época isso nem se chamava bullying, mas era exatamente o que faziam conosco, os cavalos de fogo, os cabeças de cenoura”, relembrou a enfermeira Liliana Dimer, que compareceu ao encontro ao lado da irmã gêmea, Ediana. Um dos rapazes presentes jurou ter catalogado mais de sessenta alcunhas recebidas na infância – mas tratou de esquecê-las após a puberdade.
Na Idade Média, crianças ruivas eram vistas como fruto do sexo proibido e tinham parte com o diabo. A Inquisição perseguiu as mulheres ruivas, condenando-as, quando pôde, à fogueira. A julgar pelo prefácio do livro de Uwe Dietz que os gaúchos consumiam, seria tudo culpa de Judas Iscariotes, frequentemente retratado como ruivo. Contraexemplos não faltam: Cristóvão Colombo, Galileu Galilei, Van Gogh e muitos outros.
Em todo caso, não é preciso voltar tanto no tempo para entender o estigma. A série de filmes O Pestinha (Problem Child, no original), protagonizada por um garoto ruivo, tratou de carimbar esse apelido em toda uma geração de crianças sardentas. O desenho animado South Park não fez muito pela categoria ao exibir, em 2005, um episódio no qual um personagem afirmou que os ruivos não tinham alma e eram como vampiros escondendo-se do sol.
Passada a pré-adolescência, porém, o vento costuma virar para os pimentinhas. O que era uma tormenta na escola pode-se tornar um trunfo na vida amorosa. O grande número de blogs dedicados a ruivos de ambos os sexos atesta que o fetiche pelos cabelos avermelhados está em alta. Aos 32 anos, o empresário José Roberto de Oliveira assegura que não tem do que reclamar. “Hoje o diferente é interessante”, confirmou Liliana Dimer, a quem não têm faltado emoções, a julgar por sua expressão.
A profusão de falsas ruivas e dos cabelos tingidos em tons de acaju é um termômetro do sex appeal das donzelas alaranjadas. “Nunca vi besteira maior”, desdenhou o ambulante Adolfo Teodor Tiefel, de 78 anos. “Como se ser ruivo fosse alguma vantagem”, completou, atrás de sua carrocinha de churrasco. A quem duvidou de sua condição, fez questão de vasculhar o porta-malas de seu Chevette 93 em busca de uma foto antiga que comprovasse que já foram ruivos os cabelos brancos escondidos pelo boné surrado. A obsessão lhe custou cinco espetinhos queimados.
A primeira edição do encontro dos ruivos em Porto Alegre juntou dez adultos e duas crianças. Na segunda, o público mais que dobrou, mas ainda assim não passou de trinta pessoas – isso com a adesão de vermelhos de Santa Catarina e São Paulo.
O administrador de empresas Guilherme Brunstein, de 26 anos, viajou da capital paulista para o encontro. Foi conhecer pessoalmente os amigos com quem trocava ideias pelo Facebook, no grupo que reúne mais de mil ruivos naturais – a adesão é condicionada à comprovação da autenticidade do candidato, mediante apresentação de uma foto de infância. Com mais de dez encontros no currículo, Brunstein assevera que, com o tempo, o grupo acaba se tornando uma turma como outra qualquer. Mas é só amizade, disse. Até porque não tem lastro na realidade a fama de voluptuosidade das mulheres ruivas, ele admitiu, com a autoridade de quem já namorou uma: “Não tem nada de diferente, não.”
Dentre várias outras, há uma questão sobre os cabelos vermelhos que me intriga há bastante tempo: o fato de que alguns homens terem a barba vermelha, mas o cabelo de cor escura.
Isso não é tão surpreendente assim, quando observamos que em muitos mamíferos a frente do corpo possui uma cor ligeiramente diferente das costas.
Em alguns animais, a base molecular responsável por tal diferença é claramente entendida. Estes animais produzem uma proteína diferente, que parece ter o efeito contrário ao gene do cabelo vermelho.
Assim, no homem, não achamos que é este o caso, mas observamos também que as pessoas que têm barbas vermelhas são mais propensas a realizar pelo menos uma cópia diferente do gene do cabelo vermelho.
Entretanto, apesar de possuírem a barba ruiva, não podem ser considerados ruivos, pois possuem os cabelos de tonalidade outra que não a ruiva.
Para aquelas que não nasceram ruivas, mas gostam dos cabelos vermelhos, achei esse vídeo aqui da Mariana ensinando como se chegar em um tom PRÓXIMO ao natural.
Truques simples ajudam a cuidar da pele clarinha e sensível Mais do que atenção ao cabelo, as ruivas naturais costumam ter a pele muito clara, com tendência a sardas. Por isso, devem cuidar bem da pele, já que a principal inimiga é a exposição indevida ao sol. Quem não gosta muito das marcas de sarda, por exemplo, deve abusar do protetor solar e evitar exposição solar direta, mas os cuidados não param por aí. 1) Sem filtro solar, não A Dra. Renata Roxo, dermatologista da Clínica Dermagrupo no Rio de Janeiro indica o uso de produtos com um fator de proteção alto, para evitar que esse tipo de mancha apareça. “Deve se apostar em FPS 30, ou mais alto, já que esse tipo de pele raramente se bronzeia, mas queima com facilidade”, afirma. 2) Chapéu na cabeça Como medida preventiva, o uso de chapéus também oferece segurança extra na hora da exposição solar. “Chapéus de abas largas são melhores que os bonés, pois protegem toda a cabeça e não só o rosto. Além disso, ajudam a prevenir o câncer de couro cabeludo, que atinge essa parcela da população com bastante frequência”, explica Dr. Luciano Barsanti, médico especialista em tricologia e diretor do Instituto do Cabelo de São Paulo. O médico ressalta que a cor clara dos cabelos, além da quantidade são fatores determinantes para o desenvolvimento de carcinomas e melanomas. 3) Pele seca requer hidratação Outro problema que atinge grande parte desse público é o envelhecimento precoce. Para retardar os efeitos da idade em alguns anos, é preciso investir pesado em hidratação e produtos anti-idade. A pele das ruivas naturais costuma ser mais seca, e, portanto, mais propensa a rugas. O uso de hidratantes com efeito antioxidante associados à uréia, rosa mosqueta, por sua vez, ajuda a prevenir o surgimento de linhas de expressão. 4) Controle das sardas Por fim, alguns tratamentos pouco invasivos, como peeling diamante ou amazônico são úteis no tratamento de quem já possui sardas e quer se livrar delas. Eles removem suavemente as células mortas e aceleram o processo regenerador da cútis, tornando a mais lisa e sem manchas. O uso de produtos contendo hidroquinona, ou cremes uniformizantes também pode amenizar sardas indesejadas.
Nós produzimos mais de um tipo de melanina. Duas são mais importantes, a eumelanina, mais escura e que confere proteção contra a luz UV e a maioria das pessoas produz quando se bronzeia. Ela dá os tons de loiro a moreno do cabelo. A faeomelanina possui um tom avermelhado, é produzida em várias regiões do corpo que possuem um tom mais vermelho, como a glande, e não protege contra a radiação UV.
Ruivos produzem justamente a faeomelanina em resposta à luz ultra-violeta. Isso é um problema, já que ela não só não protege contra o Sol, como favorece o aparecimento de radicais livres, que são cancerígenos. Por isso ruivos se queimam facilmente e desenvolvem as sardas.
E quem determina a produção do pigmento avermelhado, ao invés do escuro tradicional, é justamente uma variante do MRC1. Ruivos possuem duas cópias de uma variante muito rara do receptor, que estimula a produção de uma melanina diferente. Pessoas que possuem apenas uma cópia, têm mais dificuldade para se bronzear, mas têm tons de cabelo comuns, como loiro ou moreno. Quando ambos em um casal contém o MRC1 “ruivo” e passam ao filho, a criança é ruiva.
Por isso pessoas morenas ou loiras podem ter filhos ruivos, basta carregar uma cópia do MRC1, que não se manifesta. Há asiáticos ruivos, mas a maior frequência acontece na Europa, principalmente na Escócia, Inglaterra e Irlanda. O que estes locais têm em comum? Justamente a radiação UV mais baixa.
Os ruivos estão entre as variantes de cor de pele que absorvem mais UV e produzem mais vitamina D, e são mais frequentes nos locais onde a seleção natural favoreceu isso. Entre os negros, não existe essa variante do MRC1, só aquela que determina o tom de pele mais escuro, forte indício da seleção negativa.
As ruivas então ficam por conta de uma das variantes de tom de pele mais clarinho que foi favorecida nas altas latitudes.
Afinal, qual o melhor tom de pele, negro ou claro? Depende. Isto é evolução. Não existe uma característica melhor ou pior, existe uma característica que serve melhor em um determinado contexto. Nos trópicos, onde há mais radiação UV, o tom de pele mais escuro foi melhor, e mais selecionado.
Hoje em dia, há o protetor solar para dar uma ajuda, vide os australianos, descendentes de ingleses que foram viver sob o Sol intenso e usam muito protetor solar para se protegerem do câncer de pele.
Nas maiores latitudes, onde há menos luz UV, foi melhor ter pele clara, tanto que negros que vivem em locais como o Canadá atualmente têm mais incidência de raquitismo e osteoporose, e precisam se preocupar em ingerir grandes quantidades de vitamina D (e até fazer bronzeamento artificial) para fixar mais cálcio nos ossos.
Então, seja qual for a sua preferência, lembre do tio Darwin e fique feliz pela seleção natural ser tão diversa.
É que, segundo um estudo da Universidade de Louisville (EUA), as pessoas que carregam uma variação do gene MC1R — que está relacionada à “ruivice”, dando aos cabelos aquela belíssima cor avermelhada: dos 85 voluntários com o gene, 65 tinham também os cabelos vermelhos — são duas vezes mais propensas a adiar uma consulta com o dentista por medo.
Aí vem a explicação: é possível, dizem os pesquisadores, que o pessoal que carrega o MC1R seja mais resistente a certos analgésicos — o que significaria que sente mais dor quando está na cadeira do dentista, e por isso tende a fugir das consultas com mais frequência.
Esse vídeo eu fiquei devendo (esqueci de postar aqui). Entrevista feita durante o encontro de ruivos em Curitiba...pra quem não viu..vale a pena assistir :)
Os Weasleys são uma família fictícia de bruxos que aparecem frequentemente na série Harry Potter, escrita pela britânica J. K. Rowling. São importantes pelo fato de que um dos filhos, Rony Weasley, é o melhor amigo do protagonista Harry Potter, e também porque os Weasley são como uma verdadeira família para Harry Potter.
Formam um clã de bruxos "sangue-puro", ou seja, sua ancestralidade é toda bruxa, mas são considerados "traidores do sangue", já que se associam e gostam dos “trouxas”, não-bruxos. A família Weasley compreende nove pessoas, entre pais e sete filhos e todos eles são ruivos e têm sardas.
Assim, pelo menos eram 9 os ruivos mais queridos do mundo bruxo no início do primeiro livro. O funcionário do Ministério da Magia e membro da Ordem da Fênix Arthur Weasley casou-se com Molly Prewett (uma prima distante da família Black) e eles tiveram 7 filhos: Gui, Carlinhos, Percy, os gêmeos Fred e Jorge, Rony e Gina. Ao final do sétimo livro – e do oitavo filme – a família cresce, graças aos casamentos de Gui, Rony e Gina com outros personagens. Em entrevistas, J.K Rowling também confirmou que Percy e Jorge também se casaram e tiveram filhos. Se você conhece o final da história, já sabe que uma perda bem marcante afetou a “contagem” de Weasleys na história.
No seu website oficial, Rowling explicou sua opção de sobrenome e cor de cabelo para os Weasleys:
“Na Bretanha e Irlanda a mustela (weasel em inglês) tem uma má reputação como animal desafortunado e malevolente. Contudo, desde minha infância eu tive uma grande afeição pela família mustelidae; não tão maligna quanto malignada, na minha opinião. Também existem muitas superstições associadas com pessoas ruivas e muitos afirmam que elas são de algum modo azaradas (Judas Iscariotes era supostamente ruivo), mas isto é bobagem; eu gosto de ruivos tanto quanto de mustelas”.
Mulheres ruivas são as mais sensuais do mundo, tem o poder de dominar qualquer homem e deixá-los bobos. Sempre vão estar cercadas de "lobos maus" doidos por uma casquinha. Mas RUIVAS, é só para quem pode... e estes são pouquíssimos ;) Como bem disse o meu caro amigo Igor Keller: "mulheres ruivas são RUIVAS, as outras são só mulheres"
(mesmo os vídeos abaixo não estando em português, dará para entender, pois a línguagem dos cartoons é universal)
Você não escolhe uma ruiva, ela escolhe você...então, se você não é capaz, não force a barra, ou as coisas podem acabar nada boas para você. #ficaadica (rs)
Bom, como esse é o último post do ano...nos vemos em janeiro! FELIZ 2012 PARA TODOS NÓS!!
O típico brutamontes que a ciência sempre associou ao homem das cavernas é provável que nunca tenha existido. Explica-se: uma análise de DNA acaba de revelar que o homem de Neandertal (homo neanderthalensis) tem em comum com os seres humanos atuais o gene FOXP2, que é um dos principais responsáveis pela fala – ou seja, esse homem tão primitivo falava, e não apenas emitia urros e grunhidos como se supôs até hoje. Mais: uma minuciosa análise extraída de fósseis de neandertais indicou que eles possuíam a pele clara. Mais ainda: o gene MC1R encontrado é responsável pela produção de cabelos ruivos. Quanta contradição. Esses nossos ancestrais estavam mais para europeus do que para ogros de cavernas. Tudo isso é o que revela um artigo da revista Science, segundo o qual uma equipe de pesquisadores da Universidade de Barcelona revelou ter extraído DNA de ossos de dois neandertais e, assim, resgatou o chamado MC1R – gene que ao sofrer mutação produz cabelos ruivos no homem moderno. “Não sabíamos a cor do cabelo do homem das cavernas. O gene MC1R nos dá agora uma resposta”, diz a chefe da pesquisa, Carles Lalueza-Fox.
Um dos grandes desafios da ciência sempre foi o de descrever a aparência desse nosso antepassado. Isso porque os fósseis apenas revelam a idade e, em alguns casos, a forma como esses seres viveram. No caso do neandertal, sabe-se que ele pisou o planeta há cerca de 300 mil anos no oeste da Ásia e parte da Europa, mas nunca foi possível retratar a sua real aparência. Numa reconstituição exibida no Museu de Neandertal em Mettmann, na Alemanha, cientistas mostraram com a ajuda de modernos gráficos computadorizados uma imagem que passa longe da realidade: um homem de pele morena e cabelos negros. “A genética nos corrigiu. Eles eram ruivos e tinham a pele clara”, diz Carles. A segunda surpresa que os ossos milenares revelaram, também na semana passada, é igualmente importante. “Eles podem ter tido linguagem como nós”, diz Johannes Krause, bioquímico do Instituto Max Planck. Nem urros nem grunhidos, o homem de Neandertal falava como o homem moderno. Krause e sua equipe analisaram o DNA de fósseis e descobriram duas mudanças essenciais no gene FOXP2, o que levanta a possibilidade de que a espécie tivesse alguns dos pré-requisitos para a linguagem. Segundo o bioquímico, esse gene produz uma proteína que “liga” e “desliga” outros genes e, por isso, pessoas que possuem uma cópia defeituosa dele apresentam problemas de fala e linguagem.“A teoria dos urros e grunhidos caiu por terra. Eles conseguiam falar”, diz Krause.
Ruivos e tagarelas, os neandertais eram fisicamente mais robustos do que o ser humano atual. Mediam em média 1,65m de altura, eram musculosos e seus cérebros possuíam 10% a mais em volume do que o cérebro dos humanos modernos. Vestígios milenares provaram aos antropólogos que esses primos distantes usavam peles de animais para se aquecer e cuidavam uns dos outros. Os pesquisadores trabalham também com a hipótese de que eles se organizavam socialmente e enterravam seus mortos – o que possibilita encontrar muitos de seus fósseis completos. Assim, qualquer semelhança entre nós e o homem da caverna, garante a ciência, não é mera coincidência. É genética.
Mesmo sendo minoria entre as mulheres, as ruivas chamam a atenção pelo inusitado. Prova disso é a bela Nicole Kidman, com seu visual ruivo.
Culturalmente, as ruivas estão associadas à obstinação, à modernidade e ao temperamento forte. O visual ruivo sugere uma mulher que está segura de si e toma conta de sua vida. Afinal de contas, o vermelho significa perigo, fogo, risco.
Tudo isso fez com que os ruivos fossem considerados pessoas excepcionais e diferentes. Durante a Idade Média as ruivas chegaram a ser acusadas de bruxaria e queimadas na fogueira - o cabelo vermelho seria um indício da atividade diabólica.
De acordo com a psicóloga Graça Martin, os cabelos avermelhados são mais usados por mulheres maduras que querem se sentir mais jovens. "Por ser um tom forte e lembrar a terra, dá a sensação de firmeza", diz a psicóloga.
Bom, como sei que tem muitos ruivos naturais que acompanham este blog, gostaria de convidar todos a participarem do nosso grupo no FACEBOOK. Já temos quase 900 ruivos por lá, interagindo todos os dias, no grupo mais "q-u-e-n-t-e" do Brasil! ;)
Eu sei que muitos já devem ter notado o logotipo no canto direito do blog com o link, mas não custa nada alertar os desatentos (rs).
Obs: Lá eu só adiciono os ruivos naturais, logo, quem for apenas simpatizante ou admirador dos cabelos de fogo, pode entrar para o Grupo "Classificado Ruivo!", criado justamente para essa interação com os ruivinhos:
Mutações no gene do receptor da melanocortina MC4R foram apontadas como a mais freqüente causa genética conhecida de obesidade nos humanos. Foram relatados casos de crianças com um quadro sindrômico caracterizado por obesidade, insuficiência adrenal e cabelos ruivos, atribuído a mutações no gene da pró-opiomelanocortina, que impediriam a produção do alfa-MSH.
O alfa-MSH afeta a cor do cabelo, ligando-se ao receptor MC1R na pele, e influencia a ingestão alimentar e o gasto energético, ligando-se aos receptores MC3R e MC4R no hipotálamo; a insuficiência adrenal nessas crianças pode ser explicada pelo fato de que o alfa-MSH é composto pelos 13 primeiros aminoácidos do hormônio adrenocorticotrófico.
Já foi identificada também obesidade causada por mutação no gene da pró-hormônio convertase 1, uma enzima que atua na conversão da POMC em seus componentes, incluindo o alfa-MSH.
A identificação das diversas causas de obesidade poderá contribuir, no futuro, para a adoção de tratamentos mais seguros, eficazes e individualizados para as pessoas obesas.
Nunca fui ligado em ruivos. Apesar de um dos meus melhores amigos na escola ter "cabelos de fogo", nunca me interessei por essa cor de cabelo. Até eu conhecer a minha ruiva, ARIANNE LAISE. Depois dela as coisas mudaram. Passei a admirar o ruivo, perceber o preconceito enfrentado e a falta de informação sobre essa "espécie" rara. Decidi criar o Ruivosmania como presente para a minha ruiva e pra todos os ruivos do mundo que procuram saber de onde vieram e pra onde vão rsrs Sintam-se em casa! ;D